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sábado, 24 de março de 2012

FLOR LINDA E RARA!







Linda e perfumada é esta flor. Não sei o seu nome. Ela tem hábitos noturnos. Só floresce entre 23 e 24:00h. Dura poucas horas. Esta aí, meu irmão a colheu e veio mostrar à minha mãe que está acamada.

Por que tanto mistério?
Se abrisse durante o dia, poderia ser contemplada, admirada e cheirada por tantos...
Mas é da "night"...
Assim, permanece no anonimato.



quinta-feira, 15 de março de 2012

SABER O NOME DAS COISAS




     
       COMUNICAÇÃO

       
            "É importante saber o nome das coisas. Ou, pelo menos, saber comunicar o que você quer. Imagine-se entrando numa loja para comprar um... um... como é mesmo o nome?
       "Posso ajudá-lo, cavalheiro?
       "Pode. Eu quero um daqueles, daqueles..."
       "Pois não?"
       "Um... como é mesmo o nome?"
       "Sim?"
       "Pomba! Um... um... Que cabeça a minha. A palavra me escapou por completo. É uma coisa simples, conhecidíssima."
       "Sim senhor."
       "O senhor vai dar risada quando souber."
       "Sim senhor."
       "Olha, é pontuda, certo?"
       "O quê, cavalheiro?"
       "Isso que eu quero. Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada. E tem um, um... Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde encaixa a outra ponta, a pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. É uma coisa que fecha. Endende?"
        "Infelizmente, cavalheiro..."
        "Ora, você sabe do que estou falando."
        "Estou me esforçando, mas..."
        "Escuta. Acho que não podia ser mais claro. Pontudo numa ponta, certo?"
        "Se o senhor diz, cavalheiro."
        "Como, se eu digo? Isso já é má vontade. Eu sei que é pontudo numa ponta. Posso não saber o nome da coisa, isso é um detalhe. Mas sei exatamente o que eu quero."
        "Sim senhor. Pontudo numa ponta."
        "Isso. Eu sabia que você compreenderia. Tem?"
        "Bom, eu preciso saber mais sobre o, a, essa coisa. Tente descrevê-la outra vez. Quem sabe o senhor desenha para nós?"
        "Não. Eu não sei desenhar nem casinha com fumaça saindo da chaminé. Sou uma negação em desenho."
        "Sinto muito."
        "Não precisa sentir. Sou técnico em contabilidade, estou muito bem na vida. Não sou um débil mental. Não sei desenhar, só isso. E hoje, por acaso, esqueci do nome desse raio. Mas fora isso, tudo bem. O desenho não me faz falta. Lido com números. Tenho algum problema com os números mais complicados, claro. O oito, por exemplo. Tenho que fazer um rascunho antes. Mas não sou um débil mental, como você está pensando."
        "Eu não estou pensando nada, cavalheiro."
        "Chame o gerente."
        "Não será preciso, cavalheiro. Tenho certeza de que chegaremos a um acordo. Essa coisa que o senhor quer, é feita de quê?"
        "É de, sei lá. De metal."
        "Muito bem. De metal. Ela se move?"
        "Bem... É mais ou menos assim. Presta atenção nas minhas mãos. É assim, assim, dobra aqui e encaixa na ponta, assim."
        "Tem mais de uma peça? Já vem montado?"
        "É inteiriço. Tenho quase certeza de que é inteiriço."
        "Francamente..."
        "Mas é simples! Uma coisa simples. Olha: assim, assim, uma volta aqui, vem vindo, vem vindo, outra volta e clique, encaixa."
        "Ah, tem clique... É elétrico."
        "Não! Clique que eu digo, é o barulho de encaixar."
        "Já sei!"
        "Ótimo!"
        "O senhor quer uma antena externa de televisão."
        "Não! Escuta aqui. Vamos tentar de novo..."
        "Tentemos por outro lado. Para que serve?"
        "Serve assim para prender. Entende? Uma coisa pontuda que prende. Você enfia a ponta pontuda por aqui, encaixa a ponta no sulco e prende as duas partes de uma coisa."
         "Certo. Esse instrumento que o senhor procura funciona mais ou menos como um gigantesco alfinete de segurança e..."
         "Mas é isso! É isso! Um alfinete de segurança!"
         "Mas do jeito que o senhor descrevia parecia uma coisa enorme, cavalheiro!"
         "É que sou meio expansivo. Me vê aí um... um... Como é mesmo o nome?"


                                                  Luiz Fernando Veríssimo
       
             

segunda-feira, 12 de março de 2012

CANTAR AJUDA A VIVER




Glória, glória (bis)


A Jesus, o Senhor, ao Cordeiro de Deus, ao Nome sobre todo o Nome. (bis)

                        - Martin Valverde -



      Em reunião do Grupo de Oração "Bom Pastor", RCC, Igreja Nossa Senhora de Copacabana, Copacabana, Rio, no final da década de 1980, a palestrante ensinou: este canto encerra verdade de Deus e são palavras de poder. Produz grandes resultados.
      Hoje (12/03/2012), lembrei-me deste cântico. Vou começar a cantá-lo todos os dias. É por necessidade mesmo. Resolvi partilhar com vocês... 


quinta-feira, 8 de março de 2012

ORAÇÃO PARA PESSOAS DE QUALQUER CREDO RELIGIOSO




 
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.




Oração de São Francisco de Assis