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segunda-feira, 1 de junho de 2015

AMIGAS




       Sentei em uma varanda, em um dia de verão, bebendo chá gelado enquanto visitava minha mãe.
        "Nunca esqueça de suas amigas" ela falou, mexendo nos cubos de gelo em seu copo. "Não importa o quanto você ame o seu marido, você ainda precisará de suas amigas." "Lembre-se de sair e fazer coisas com elas, hoje e sempre. E lembre-se que amigas também são as irmãs, filhas, primas e outras parentes que você tenha."
        Que conselho estranho, pensei. Eu não tinha acabado de me casar? Eu não havia acabado de entrar no "mundo dos casais?" Eu era um mulher casada agora, meu Deus, não somente uma garotinha que precisasse de amigas.
        Mas mesmo assim escutei minha mãe, mantive contato com minhas amigas e fiz novas amizades ao longo do caminho. Conforme os anos passavam, um após o outro, gradualmente comecei a entender o que minha mãe quis dizer naquele dia.
Aqui está o que eu aprendi sobre as Amigas:
 
       Amigas trazem comida e ajudam a limpar o banheiro quando você precisa de ajuda.
       Amigas cuidam de seus filhos e de seus segredos.
       Amigas lhe dão conselhos quando você os pede. Às vezes você escuta, às vezes não.
       Amigas nem sempre lhe dizem o que você quer, mas são honestas no que dizem.
       Amigas amam você e ficam ao seu lado, mesmo quando não concordam com suas escolhas.
       Amigas riem com você, mesmo quando não há motivo aparente.
       Amigas te ajudam a sair de confusões.
       Amigas fazem festa para a sua filha ou filho quando eles se casam ou ficam grávidos, mesmo que não aconteça necessariamente nesta ordem.
       Amigas estão sempre ao seu lado quando tempos difíceis chegam.
       Amigas escutam você lamentar quando perde um emprego ou um amigo.
       Amigas escutam quando seus filhos a magoam.
       Amigas escutam quando seus pais ficam doentes.
       Amigas choram com você quando alguém que você ama morre.




             (texto recebido como mensagem de e-mail)



 

sexta-feira, 17 de abril de 2015

O TEMPO







       Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo dos céus:

       - tempo para nascer, e tempo para morrer; tempo para plantar, e tempo para arrancar o que foi plantado;

       - tempo para matar, e tempo para sarar; tempo para demolir, e tempo para construir;

       - tempo para chorar, e tempo para rir;   tempo para gemer, e tempo para dançar;

       - tempo para atirar pedras, e tempo para ajuntá-las; tempo para dar abraços, e tempo para apartar-se.

      - Tempo para procurar, e tempo para perder; tempo para guardar, e tempo para jogar fora;

       - tempo para rasgar, e tempo para costurar; tempo para calar, e tempo para falar;

       - tempo para amar, e tempo para 

odiar; tempo para a guerra, e tempo para 

a paz.


                                                                                                    Livro Eclesiastes  3, 1-8


      






 


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

A FELICIDADE, de Vinícius de Moraes




Autor: Vinicius de Moraes


Tristeza não tem fim
Felicidade sim
A felicidade é como a gota

De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranquila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor

A felicidade do pobre parece

A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
Pra tudo se acabar na quarta-feira

Tristeza não tem fim

Felicidade sim

A felicidade é como a pluma

Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar

A minha felicidade está sonhando

Nos olhos da minha namorada
É como esta noite, passando, passando
Em busca da madrugada
Falem baixo, por favor
Pra que ela acorde alegre com o dia
Oferecendo beijos de amor

   



terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Família SOBREIRA - RJ - Quinta Geração= todos Varressaienses










     José Antônio Sobreira e Maria Emília tiveram mais dois filhos que morreram ainda jovens: Maria Emília, com 16 anos, em 1918, e Josué, ainda criança.

     Preparei o esquema acima na expectativa de que alguns primos queiram aproveitar e relacionar os descendentes de cada um dos irmãos de meu pai, Sylvio José Sobreira.

     Embora o ramo de José Antônio Sobreira e Maria Emília não seja imenso (há muitas Sobreiras que não tiveram filhos - eu e minha irmã Leia; as primas Ilda Sobreira Nieves, Maria Augusta Sobreira e Anna Lúcia Sobreira Soto ), é um trabalho a que não me lanço por inúmeras razões, dentre elas não desejar ausentar-me de casa neste período de doença de minha mãe, Maria José Sobreira. 

      Josué José Sobreira e sua mulher, Eugênia, foram os primeiros Sobreira a fixar residência em Varre-Sai. São meus bisavós.

      Sobre meus trisavós, sei apenas os nomes que constam da certidão de óbito de Josué.

      Quem sabe obtenhamos alguma informação qualquer que seja?!