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sábado, 24 de setembro de 2011

BANDA DO CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS DO RIO DE JANEIRO


Ano de 2005. Paróquia da Ressurreição, Copacabana, Rio de Janeiro.
Durante os avisos, na Missa Dominical, Padre José Roberto Devellard convidou os fieís para a apresentação da Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro, ali na Igreja, durante aquela semana.
Na data e horário determinados, lá fomos nós. Minha irmã e o marido, frequentadores da Paróquia, e nós, suas hóspedes, mamãe e eu.
Igreja lotada. Quem desperdiçaria uma oportunidade tão significativa? Todos bem acomodados: bancos confortáveis, ar refrigerado, espaço suficiente para acomodar os numerosos integrantes da banda e a platéia gigantesca.
Que lindo, maravilhoso e deslumbrante espetáculo! Uma Banda tão famosa no Brasil e no mundo exibindo-se ali gratuitamente!
Quanta sabedoria do Pároco em proporcionar aos fieis música de qualidade!
E que magnífica iniciativa da Marinha do Brasil em se aproximar assim do povo através da música!
Composta de noventa executantes e de um coro de vinte e cinco vozes, a Banda já se apresentara, recentemente, no Teatro Municipal e, em seguida, seria a vez da Igreja Nossa Senhora da Paz.
Telma Costa, cantora lírica,  e os tenores Roberto Ricardo e Samuel Alves cantaram primorosa e apaixonantemente. Este último, um belo, simpático e talentoso afro-descendente, foi ovacionado calorosamente!
No final da apresentação, houve sorteio de CDs da Banda. Interessante: todos foram sorteados!
Não lhes é permitido, eu soube, a vendagem dos mesmos.
Quem se esquece de uma experiência tão gratificante?


OBS.: A foto acima foi obtida na internet, pois não disponho de uma da ocasião relatada.



domingo, 18 de setembro de 2011

ANJO DA GUARDA

É de autoria de Santo Agostinho esta frase: QUEM CANTA, REZA DUAS VEZES.
É mais fácil cantar que parar com as atividades, sentar e rezar/orar.
É possível, entretanto, cantar um cântico religioso que se saiba de cor, quer esteja trabalhando, durante uma viagem, em momento de nervosismo, durante o banho e em circunstâncias diversas,  
Então, você estará orando duas vezes.
Já tive tal experiência. A situação é para chorar, chorar e rezar e rezar.
E eu só conseguia cantar o refrão de um cântico dedicado a Nossa Senhora, a Mãe de Nosso Senhor que é Jesus. E o fazia debaixo do chuveiro.
Veja a oração do Anjo da Guarda que todos nós, católicos, aprendemos durante a catequese: foi musicada, é pequenina, simples e faz parte das Orações Diárias do Cristão. 
Por que não cantá-la várias vezes ao dia?
Todos nós temos um Anjo da Guarda que nos foi dado por Deus para nos proteger.
Ao mesmo tempo em que está ao nosso lado, assiste (mora) diante de Deus.
Podemos cultivar intimidade com ele, assim como o fez São Pio de Pietrelcina que conversava com seu Anjo da Guarda naturalmente.
Experimente fazer isto. É extraordinário!
E cante, também, esta pequena oração tão importante!


"Santo Anjo do Senhor,
Meu zeloso guardador,
Se a ti me confiou
A piedade divina,
Sempre me rege,
Sempre me guarda,
Sempre me governa
E ilumina, sempre. Amém."


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

VARRE-SAI, O NOME






















MATRIZ DE SÃO SEBASTIÃO DE VARRE-SAI
Varre-Sai, cidade de nome exótico, tem São Sebastião como seu Padroeiro. A maioria do povo segue a religião Católica Apostólica Romana.
A origem do nome da cidade é bonita e hospitaleira.
A inconveniência vem do fato de ser constituído de verbos na forma imperativa, transmitindo, pois, ideia de mando,  ordem.
É o que causa estranheza aos que ouvem o nome "Varre-Sai".
Muitos dos que aqui vêm, entretanto, gostam e, por vezes, acabam ficando.
O nome foi dado pelos tropeiros no século XIX.
O transporte de carga era feito em lombo de burros que constituíam a "tropa".
Como não era possível fazer o percurso de uma só vez, tinham que pernoitar nos ranchos que se distribuíam pelo trajeto.
Os tropeiros, quando se fazia necessário,  combinavam  "vamos pernoitar no rancho do varre e sai.
A proprietária nada lhes cobrava pela hospedagem. Exigia-lhes, tão somente, que limpassem o local antes da saída.
Permaneceu o nome.
Mas existe, também, embora meio sufocada, a vontade de muitos varressaienses, manifestada em diferentes épocas, de escolher outro topônimo para a cidade.
Por que não fazer um plebiscito?

 







NUNCA DESISTIR!


Não digamos “não“, nem “nunca mais“...
não digamos “sempre“ ou “jamais“...
digamos, simplesmente: “ainda“!...
Ainda nos veremos um dia...
Ainda nos encontraremos na estrada da vida...
Ainda encontraremos a pousada,
o afeto almejado, a guarida...
Ainda haverá tempo de amar,
sem medo, totalmente... infinitamente...
sem ter medo de pedir, de implorar,
ou chorar...
Ainda haverá tempo,
para ser feliz novamente...
Ainda haverá tristeza,
ainda haverá saudade,
ainda haverá primavera,
o sonho, a quimera...
Ainda haverá alegria,
apesar das cicatrizes...
Ainda haverá esperança,
porque a vida ainda é criança...
e amanhã será outro dia!...








Trancrevi esta poesia, cujo autor desconheço, do "blogdosnossoslimões".
Achei muito importante o uso do vocábulo "AINDA".
Passa a ideia de continuidade. De esperança. Nova tentativa. Nunca desistir... Tudo pode ser, de alguma forma, recuperado... ou quase...
Pretendo incorporá-lo à minha linguagem tão negativa!
Foi um achado e tanto...

LONGEVIDADE

Um jovem de 18 a 20 anos, julga velha uma pessoa de 40/45 anos. À medida em que se avança na idade, os conceitos vão sendo alterados e já se diz "tão jovem"! Tem só 40 anos de idade!
Olha só o Richard Gare, que gato! Muito mais bonito que na sua juventude! Mais charmoso, mais talentoso...
 Aos trancos e barrancos, cheguei aos 6.6 - como se diz agora.
Tenho uma necessaire para carregar meus remédios e já vou ter que arranjar outra maior.
Carrego uma bengala ou uma bengala me carrega. Insônia. Hipertensão. Ah! Deixa pra lá.
A questão é: ficar velho é muito bom, mas há certos senões.
Ou se fica velho cheio de saúde (e não vai dar trabalho a ninguém) ou se chega à velhice com o bolso cheio de dinheiro para o custeio dos remédios, acompanhante, adaptação de banheiro e outros recursos mais que geriatras e arquitetos já colocaram à disposição do idoso visando facilitar sua vida.
"A vida é boa" - conseguiu pronunciar Machado de Assis nos seus últimos momentos de vida.
Mas, será que vale a pena chegar aos 150 anos como já apregoam os cientistas?
Os parentes que o digam... Têm que abdicar de uma série de oportunidades: sair, divertir-se, levar a própria vida.
Velhice invejável é a da Edith do Juca (Edith Vieira dos Santos). Com 90 anos de idade, não toma nem analgésico, caminha sozinha todos os dias...
Afinal, tudo depende mesmo da genética: a mãe dela, dona Albertina, viveu uma vida bem vivida até os104 anos!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

HENRIQUETA LISBOA






HENRIQUETA LISBOA, poetisa mineira, escreveu esta bela poesia intitulada "PASSOS".
A primeira leitura já faz chegar aos ouvidos os diferentes sons dos passos que ouvimos.
Quantas vezes, mesmo à distância, identificamos os passos de quem está adentrando a nossa casa!
Porém, relida, ruminada, sonhada, pensada traz-nos a constatação de que até os passos do ser humano denunciam as diferentes etapas da vida.
Não podemos queimar nenhuma das etapas que nos é dada viver.
Sigamos o nosso caminho com os passos da nossa idade. Mesmo porque não podemos mudar a vida.


                         
Passos de brinquedo, leves,
que não conhecem o chão.
 É o bebê que faz a estréia
com sapatinhos de lã.
Passos que dizem bom-dia
de tão claros, tão alegres!
São as meninas crescidas
que voltaram do colégio.
Passos enérgicos, largos,
tremem as próprias paredes.
São os homens do trabalho,
que não têm tempo a perder.
Vagarosos passos últimos
arrastados em chinelos.
São as vovozinhas surdas
acalentando seus netos

domingo, 11 de setembro de 2011

DEFINIÇÃO DE AVÓ


Artigo redigido por uma menina portuguesa de 8 anos e publicado no Jornal do Cartaxo. 


"Uma avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros.

As avós não têm nada para fazer, é só estarem ali.

Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam flores bonitas nem lagartas.

Nunca dizem: Despacha-te!


Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos.

Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior.


As avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes.


Quando nos contam histórias, nunca saltam bocados
e nunca se importam de contar a mesma história várias vezes.


As avós são as únicas pessoas grandes que têm sempre tempo.

Não são tão fracas como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós.

Toda a gente deve fazer o possível por ter uma avó, sobretudo se não tiver televisão!"

PROFISSÕES



Fiscal da Natureza/Meio Ambiente


(desempregado)

Auxiliar de oficial de engenharia

(servente de obra)


Coordenador de logística de alimentos

(garçom)

Distribuidor de produtos alternativos

(camelô)



Distribuidor de Recursos Humanos

(motorista de ônibus)



Distribuidor de Recursos Humanos

privativo (motorista de táxi)



Engenheiro de logística de documentos

(office-boy)



Engenheiro de logística motorizada de

documentos (motoboy)



Gerente de marketing impresso ( office

boy da sala de xerox)



Oficial de logística em Recursos

Humanos (ascensorista)



Oficial de movimentação interna

(porteiro)



Oficial de movimentação noturna

(vigia)



Prático de marketing direto

(distribuidor de santinho em esquinas)


Procurador do Estado (desempregado)

 

RIR É O MELHOR REMÉDIO!

O portuga Joaquim Burro já estava cansado do seu nome.


 Sabendo que poderia alterá-lo, contratou um advogado.


E o processo foi agilizado...

No dia da audiência, o Juiz perguntou-lhe:

- Que nome o senhor quer adotar, senhor Joaquim Burro?

- Bem... bem... eu quero Manuel Burro.





ORQUÍDEAS DE MINHA MÃE

Dezembro de 1999. Duas semanas, mais ou menos, antes do Natal.
Passávamos um tempo no Rio e minha mãe, Maria José, teve uma crise hipertensiva. Da emergência foi encaminhada para uma CTI.
O mundo caiu sobre nós! Meus irmãos foram imediatamente para a Capital.  
Meu cunhado, angiologista e cirurgião vascular,  interveio junto ao Dr. Salles, já seu conhecido,  explicando-lhe que, se ela permanecesse no CTI, longe dos familiares, sua recuperação seria mais demorada. 
Transferida para um apartamento, ganhou alma nova e, em poucos dias, teve alta. 
O cardiologista recomendou alguma distração para ela. Escolhemos, de início, ir ao Shopping Tijuca. E não é que descobrimos lá uma loja do Orquidário Aranda, de Teresópolis!

Que achado mais lindo! Lindo mesmo!
Nair, a responsável pela loja, sabendo que ela estivera doente, foi extremamente carinhosa.
Acertaos o alvo!
Mamãe, que já possuía uma orquídea "catleya" há uns 40 anos, deu início, ali mesmo, a uma coleção...
Regressamos a Varre-Sai com uma aquisição razoável de orquídeas.

Visitamos, mais tarde, o Orquidário Aranda, em Teresópolis. Um paraíso!
No ano seguinte, conhecemos, em Atibaia/SP, o Orquidário de um Japonês. Que excelente antendimento nos  dispensou!  Não só nos vendeu orquídeas como forneceu muitas orientações sobre o cultivo da planta que é bastante delicada.
A coleção foi crescendo.
Meu irmão fez uma pequena estufa para ela.
Hoje, contamos com o assistência do orquidófilo Porfírio do Nascimento, funcionário público municipal e "expert" no assunto.
E temos orquídeas florescendo o ano todo!
Porfírio trabalha com o "Nem", Nelson Purificati Filho, dono do Orquidário que se  localiza no sítio "Vai e Volta", zona rural de Varre-Sai, e que vai, rapidamente, adquirindo fama e recebendo visitas ilustres.
"Orquideoterapia" -  funcionou otimamente para minha mãe!
Recomende-a a alguém que esteja precisando! Afinal, flores alegram a alma e orquídea é uma flor de beleza soberba!

TATÃO DO GRIMALDO E DA LUIZINHA

Fazia, então, o Curso Normal (hoje Curso de Formação de Professores), em Natividade-RJ.

Éramos um grupo de 12 mais ou menos.

Estrada precária.

Transporte idem.

Situação econômica? Nem de longe se compara a de hoje, quando o estudante tem ônibus que vai buscá-lo na zona rural,  ótima merenda escolar, estrada asfaltada, etc.

Íamos na carroceria da caminhonete do padrinho Nego (Torino Fabri), com  bancos improvisados e uma cobertura de lona.

Corria o ano de 1964.

A estradinha de Varre-Sai a Natividade ia serpenteando a serra.

Na volta, o trajeto era mais demorado (subir é mais difícil, diz o ditado).

Era tão lento,mas tão lento, que o Tatão (filho do Grimaldo e da Luizinha) descia da carroceria, corria um pouco, chegava à frente e pedia carona ao motorista.

Fazia esta brincadeira quase todos os dias e morríamos de rir todas as vezes...

Afinal, por onde andará o Tatão (Sebastião)?

Tenho saudades dele.

E daquele tempo em que lutávamos bravamente para conquistar um lugar ao sol.

SPP (NÃO É SPC) - JÁ OUVIU FALAR?



JÁ OUVIU FALAR EM SPP?



A poliomielite é uma doença que atinge o sistema nervoso central e destrói neurônios musculares.


SPP: SÍNDROME PÓS-POLIOMIELITE


Eu só conheci há pouco tempo. Pesquisando na internet.

A síndrome pós-pólio é uma desordem do sistema nervoso que se manifesta 40/50 anos depois da poliomielite.

Causa: uso excessivo dos neurônios motores. 

Nunca encontrei um médico que me alertasse para o que poderia acontecer-me.

Ao reclamar sobre o descaso com um ortopedista, ele alegou que nada mencionam por não saberem o que a pessoa virá a sentir mais tarde.

Mas isto é justificativa?

É uma pena que haja tão pouco esclarecimento médico aos que possuem sequela de pólio!

Descobri, então, a explicação para o que estava acontecendo comigo.
Senti um grande alívio,pois eu mesma estava me julgando preguiçosa, desanimada...

Experimentei o primeiro sintoma no final de 2003: perna cansada, pesada, fraca.

Os sintomas são exatamente estes :cansaço, fraqueza muscular, dores nos músculos e articulações.


Sentia necessidade de descansar durante o dia, mesmo sem ter executado nenhum trabalho cansativo.
Também a  falta de  vontade  de sair de casa, problema respiratório (ainda que brando por ora).


Acrescente-se a insônia e o desânimo.


Aí vêm os que dizem: desânimo é a principal arma do demônio.


Deus que me perdoe, mas eu tinha vontade de dar um sopapo em quem me falava assim .


Ninguém imagina como estas palavras causam sofrimento, machucaduras, humilhação...


Nas manifestações pós-pólio, a ordem é poupar energia.


Recomenda-se: andar menos, usar os dispositivos de assistência necessários (bengala, muleta, cadeira-de-rodas), alongamentos, e hidroterapia, com pausa para dencanso.


Você, que teve pólio ou sabe de alguém que foi acometido por ela, previna-o, por favor! 


Nada de exagero nas atividades físicas.


Que haja moderação!